Tech no mas
Retirei as tags do Technorati deste blog. Porque? Porque aquilo virou um lixo. Simples assim.
Razão dispare do porque eu ter deletado o meu perfil no Orkut. Lá o problema não era o site mas a banda podre que o utiliza.
« março 2006 | Principal | maio 2006 »
Retirei as tags do Technorati deste blog. Porque? Porque aquilo virou um lixo. Simples assim.
Razão dispare do porque eu ter deletado o meu perfil no Orkut. Lá o problema não era o site mas a banda podre que o utiliza.
Fique de olho no blog Brazilian Nuggets que disponibiliza gratuitamente verdadeiras raridades da MPB. A Marcia de Windsor daria nota 10 (ou era 5?) para essa iniciativa.
Blackberry é um PDA com telefone produzido pela RIM, empresa canadense, que é o iPod dos funcionarios das corporações de médio e grande porte nos EUA. No Brasil o uso de Blackberry ainda é restrito aos sortudos que trabalham em alguma empresa que possui o servidor da aplicação que "empurra" os emails para esse dispositivo wireless, no caso o próprio Blackberry, tecnologia exclusiva que faz do mesmo uma unanimidade entre os que necessitam ficar conectado ao seu email durante as 24 horas do dia e que funcione em qualquer lugar onde houver sinal de transmissão para telefone celular no padrão GSM/GPRS. A ultima versão popular do aparelhinho passa a usar também o padrão EDGE, mais robusto, que permite conexão com taxas mais elevadas melhorando a navegação na internet, outra utilissima capacidade do brinquedinho.
Como é algo completamente desconhecido para o ávido consumidor de tech toys da terra brasilis algumas observações fazem-se necessárias sobre o que está saindo na mídia d'além terras.
Tomaremos como exemplo o artigo que saiu na Folha Informática em 21 do mes corrente: Celular BlackBerry 7230 avisa sobre recebimento de e-mail. O titulo da matéria de saída fornece uma idéia equivocada da concepção original do aparelho. Blackberry não é um celular e além de avisar sobre o recebimento de email os "baixa" automaticamente no seu dispositivo. Blackberry é um PDA - embora com funções mais limitadas do que um verdadeiro Palm e similares - que recebe emails automaticamente como se você estivesse frente a frente com seu computador e de quebra possui um telefone acoplado para não perder a viagem. Afinal o tráfego de dados é feito via padrão de transmissão do sinal de celular.
Também não é um smartphone e não possui funções como MP3 player ou camera embutida além de não permitir conexão Wi-Fi direta, logo nada de VoIP. Ou será que sim ?
O artigo ainda fala em um suposto atraso de 15 minutos no recebimento de email e atribui o fato ao congestionamento na "rede". Não é devido a isso. A tecnologia da RIM, empresa que faz o Blackberry, permite configurar 3 modos distintos para recebimento de mensagens: manual, "pooling" e "push". Na primeira opção você comanda o download dos emails através do menu do aparelho, na segunda o aparelho verifica a cada 15 minutos se o usuário recebeu mensagens (provavelmente a opção configurada sem o autor do artigo saber) e na ultima opção, a que todos usam, o servidor (software da RIM que trabalha em conjunto com o Microsoft Exchange Server) transmite automaticamente as mensagens para o seu aparelho no ato do seu recebimento.
O editor ainda lamenta o fato de não ter podido testar a sincronização com o Outlook pela falta do software apropriado para tal. Bastaria ir no site do Blackberry (dowloads) e baixar o que você quiser após informar seus dados que não deveriam ser falsos como manda a boa ética.
Os Blackberries mais novos (como o meu, versão 8700c) já possuem 64 Mb de memória e alem do custo de aquisição do aparelho é necessária uma assinatura mensal exclusiva para tráfego ilimitado de dados que ficaria em 49.99 dolares mensais segundo a ultima atualização do plano individual da Cingular. Sem duvida um brinquedo ainda custoso mas possivel de ter sem abrir um rombo em seu orçamento mensal.
PS: Disclaimer - Esse post não é e nem pretende ser uma "review" do Blackberry e suas facilidades.
Caso algum amigo, parente, colega de trabalho, inimigo - ou apenas para servir de comentário durante almoço no Pérgola do Copa mostrando claramente que você está "in" com o que acontece em Nova York - desejar obter ingressos para ver a peça da Julia Roberts na Broadway - Three Days of Rain - que já estão esgotados pelos próximos 2 meses, coincidentemente o periodo da temporada, eles ainda podem ser adquiridos por modica quantia visitando esse link no site stubhub.com Ou então procurando no bom e velho eBay.
A influencia dos blogs na mídia é maior do que supõe a nossa mais vã filosofia.
Em tempos recentes era possivel assistirmos verdadeiros embates entre autores de blogs. Agora a moda parece que alcançou e chegou para ficar no topo da cadeia alimentar da midia tradicional como o duelo midiatico entre o Diogo Mainardi (Revista Veja) e o Franklin Martins (Globo).
Mainardi desfere o primeiro golpe na Veja de 14 de abril:
Jornalistas são brasileiros
Franklin Martins se defende como pode:
Desafio a um difamador
Mainardi acerta um direto:
Franklin "O conceituado"
BBC de Londres colocou no ar uma pagina [link] deveras interessante para organizar e armazenar expressões artisticas de quem quiser participar. É um repositorio digital dividido em sites como Telling Lives (conte sua estoria) e 60 Second Shakespeare (amadores encenando excertos das obras do escritor). Cada site possui tutoriais para orientar na confecção das gravações. Muito bem feito.
GPS quase todo mundo já deve saber o que é.
Celular todo mundo sabe o que é.
A combinação dos dois virará moda em breve.
Por menos de 100 dolares com assinatura de 6 dolares mensais você pode dar um celular pré-pago para o seu filho, filha, sobrinho, sogra. Não, não adianta insistir, seu marido ou namorado não vai aceitar o presente. A não ser que ele não saiba que o celular dele agora rastreia seus passos de 100 em 100 metros. Presente de fazer os gregos corar de inveja.
Enquanto os EUA se ocupam com detalhes irrelevantes para o curso da história (Ex: imigração ilegal) o Irã canta a pedra e se prepara para a ofensiva final.
The cost of de-nuking Iran will be high now but significantly higher with every year it's postponed. The lesson of the Danish cartoons is the clearest reminder that what is at stake here is the credibility of our civilization. Whether or not we end the nuclearization of the Islamic Republic will be an act that defines our time. [link]
O custo de "desnuclearizar" o Irã seria alto agora mas se torna significativamente maior a cada ano que passa. A lição das charges dinamarquesas é o mais obvio lembrete de que está aqui em jogo a credibilidade de nossa civilização. Acabemos ou não com a "nuclearização" do mundo islã este será um ato que definirá nossos tempos.
Fonte: Opinion Journal
Ontem me caiu nas mãos um exemplar da Veja cuja capa era estrelada por aquele anjo de menina lá de São Paulo que teve participação comprovada no assassinato dos pais. Folheia daqui, folheia dali e passo por um anuncio de pagina inteira de uma instituição financeira de renome que atua no Brasil. Traçando um paralelo seria algo como ver um anuncio de pagina inteira do Citibank na Times ou na Newsweek. Nada demais, porem um detalhe estranho me chamou a atenção. O anuncio queria destacar o profissionalismo, representado por um par de sujeitos engravatados, e a modernidade da instituição, representado pela foto da mesa de trabalho com pelo menos 3 monitores exibindo graficos e planilhas. Só que havia um problema na foto, os monitores eram do tipo CRT, aquele do tubo de imagem que ocupa metade de qualquer mesa. Como já fazem pelo menos uns 3 anos que não vejo monitores desse tipo em qualquer escritorio de empresas americanas senti o leve choque de alguem que já vive há alguns anos em um pais de tecnologia de ponta quando observa o ambiente de um pais de terceiro mundo. Você começa a achar estranho ver coisas que faziam parte do seu passado mas que ainda é a realidade de algum lugar distante.
Li Contos de Bordel em uma só passada de 2 horas por entre goles de green tea, a bebida oficial para acompanhar uma boa leitura. Um belo trabalho de reportagem trazido pelas mãos da Ana (Laura Diniz) e suas valentes companheiras (Michele e Renata) que farão você se embrenhar pelas vielas da Boca do Lixo de São Paulo no ano 2000. O assunto, a rotina do baixo meretricio, é deveras complicado de lidar, sendo que conduzir o tema sem deixar o livro descambar para a pieguice ou vulgaridade é uma tarefa árdua de muitas revisões e discussões. Mas elas conseguem manter esse compromisso com o leitor ao longo das mais de 150 paginas que descrevem o "modus operandi " do sex & trash business do centro velho de Sampa. Não deixar de ler o "making of" ao final do tomo que brinda o leitor com um relato de varias situações de risco passadas pelas três escribas (ainda jovens universitárias na época) durante a etapa de levantamento em campo ao ousarem infiltrar-se no sub-mundo da luz vermelha paulistana. Nas palavras da Ana: "Quando sentia que a noite ia ser pesada, enviava apenas um e-mail para a irmã com um endereço que poderia se tornar o início de uma busca."
Você pode - e deve - encomendar o livro por um sem número de livrarias como indicado no site da editora [link].
E o governo brasileiro escolheu a priori o sistema niponico para TV Digital. Boa escolha. O mais caro, o menos difundido e o mais distante possivel da classe média brasileira. Pedra soprada.
Devido ao recente ocorrido com a bateria de um celular - aparentemente por culpa da bateria - rapidamente a turma de bruzundanga representada pelo orgão cabivel no episodio, a Anatel, pretende enfiar goela abaixo uma certificação que nada garante exceto justificar a contratação de mais uns sem numero fiscais pagos pelo contribuinte (risos) e com isso aumentando o preço final (tempo é dinheiro) das baterias para quase 90 milhões de consumidores. Veja bem, 90 milhões menos um pagarão a mais pelo problema daquele um que obviamente deveria ser ressarcido por via judicial caso a justiça em bruzundanga funcionasse. E a ironia da estória é que a pessoa afetada pagará mais caro pelas suas proximas baterias supostamente certificadas. E pasmem, os fabricantes concordaram. Claro, restritos a um punhado repassam peremptoriamente para você consumidor as exigencias insanas de um governo cujo objetivo é exclusivamente a auto-preservação.
Fonte: Circuito
Continuando a série "RSS onde não tinha", agora é a vez dos colunistas do JB:
Fritz Utzeri
RSS: http://feed43.com/fritzutzeri.xml
Maria Lucia Dahl
RSS: http://feed43.com/marialuciadahl.xml
Villas-Boas Correa
RSS: http://feed43.com/villasboascorrea.xml
< update >
Fontes RSS adicionais para as noticias do JB:
Brasil
RSS: http://feed43.com/jbbrasil.xml
Esportes
RSS: http://feed43.com/jbesportes.xml
Rio de Janeiro
RSS: http://feed43.com/jbrio.xml
Hoje na coluna do Ancelmo n'o Globo:
Lula, à la Margaret Thatcher, disse, sobre a crise da Varig, que “não cabe ao governo salvar empresa falida”. Tudo bem. Mas Bush, que tem devoção ao mercado, gastou US$ 15 bilhões de ajuda nas empresas de aviação depois do 11 de Setembro.
Uma dezena de argumentos poderiam ser dados para derrubar categoricamente essa insinuação com jeito de justificativa do porque o governo brasileiro deveria salvar esse cadaver ambulante da Varig porem tocarei somente em dois deles:
1. Devido ao 11 de setembro quando terroristas - que puderam entrar nos EUA devido a fallhas no controle de fronteiras de responsabilidade do governo americano - usaram aviões comerciais para derrubar predios estrategicamente escolhidos as companhias aereas amargaram perdas de 10 bilhões de dólares somente naquele ano e ainda foram obrigadas por ordem federal a permanecerem sem voar por 4 dias, uma eternidade para um negocio que foi planejado para funcionar os 365 dias do ano.
2. A ajuda do governo federal foi para todas as empresas aéreas e não para somente uma delas de modo a evitar uma quebradeira coletiva em um setor vital para a economia doméstica dos yankees.
Quando o Lula pela primeira vez fala algo sensato a plateia rebate com uma besteira quiçá pior do que as costumeiras bobagens que são ditas pelo primeiro.
Um país em que um político da estirpe de um Garotinho apresenta sólidos 15% de intenção de voto para as proximas eleições presidenciais [link] me lembra um outro que deu vitória absoluta a um ex-pinguço do Texas. Derrubem-se as cercas e extinguam-se os passaportes, sejamos todos habitantes da mesma Latrina.
Artigo no Telegraph enuncia fatos e teorias que tornam o "problema" do aquecimento global uma falácia política e não um fenomeno causado pela contribuição dos gases tóxicos produzido pelo mundo industrializado. [link]
The essence of the issue is this. Climate changes naturally all the time, partly in predictable cycles, and partly in unpredictable shorter rhythms and rapid episodic shifts, some of the causes of which remain unknown. We are fortunate that our modern societies have developed during the last 10,000 years of benignly warm, interglacial climate. But for more than 90 per cent of the last two million years, the climate has been colder, and generally much colder, than today. The reality of the climate record is that a sudden natural cooling is far more to be feared, and will do infinitely more social and economic damage, than the late 20th century phase of gentle warming.
Já havia um bom tempo que eu procurava um serviço decente de conversão de paginas no formato html para o formato XML ao gosto do usuário. Finalmente descobri um que funciona direitinho. Trata-se do Feed43.
Logo de saída montei as seguintes fontes RSS das colunas do jornal O Globo:
Agamenon
URL: http://oglobo.globo.com/jornal/colunas/agamenon.asp
RSS: http://feed43.com/agamenon.xml
Ana Cristina Reis
URL: http://oglobo.globo.com/jornal/colunas/anareis.asp
RSS: http://feed43.com/anareis.xml
Ancelmo Gois
URL: http://oglobo.globo.com/jornal/colunas/ancelmo.asp
RSS: http://feed43.com/ancelmogois.xml
Arnaldo Jabor
URL: http://oglobo.globo.com/jornal/colunas/jabor.asp
RSS: http://feed43.com/jabor.xml
Artur Xexéo - Jornal O Globo
URL: http://oglobo.globo.com/jornal/colunas/xexeo.asp
RSS: http://feed43.com/xexeo.xml
Comida / Crítica - Jornal O Globo
URL: http://oglobo.globo.com/jornal/colunas/ccritica.asp
RSS: http://feed43.com/comidacritica.xml
Cora Rónai
URL: http://oglobo.globo.com/jornal/colunas/cora2.asp
RSS: http://feed43.com/cora2.xml
Elio Gaspari
URL: http://oglobo.globo.com/jornal/colunas/gaspari.asp
RSS: http://feed43.com/gaspari.xml
Gente Boa
URL: http://oglobo.globo.com/jornal/colunas/gente.asp
RSS: http://feed43.com/genteboa.xml
João Ubaldo Ribeiro
URL: http://oglobo.globo.com/jornal/colunas/ubaldo.asp
RSS: http://feed43.com/ubaldo.xml
João Ximenes Braga
URL: http://oglobo.globo.com/jornal/colunas/ximenes.asp
RSS: http://feed43.com/ximenes.xml
Luis Fernando Verissimo
URL: http://oglobo.globo.com/jornal/colunas/veriss.asp
RSS: http://feed43.com/verissimo.xml
Zuenir Ventura
URL: http://oglobo.globo.com/jornal/colunas/zuenir.asp
RSS: http://feed43.com/zuenir.xml
E para terminar fontes RSS com posts completos de dois ótimos blogs que funcionam em qualquer leitor online pois não requerem senha:
Blog da Marina W.
URL: http://blowg.pixelzine.com
RSS: http://feed43.com/blowg.xml
Catarro Verde
URL: http://catarro.blogspot.com/
RSS: http://feed43.com/catarro.xml
Para carregar todas as fontes acima de uma tacada só use o seguinte arquivo OPML: http://feed43.com/users/fabio/opml
É isso. Volto somente na segunda.
< update >
Notei que algumas pessoas assinaram as fontes acima via Bloglines.
As fontes do Globo não funcionam via Bloglines porque o site requer senha. Use via Firefox ou seu leitor RSS preferido e mantenha-se logado no site.
"My name is Dalton Russel. Pay strict attention to what I say because I choose my words carefully and I never repeat myself. Recently I planned and set in motion events to execute the perfect bank robbery. Why? Because I can."
Assim começa Inside Man, a ultima obra-prima de Spike Lee. Dezenas de resenhas já foram escritas e mais ainda será falado desse "underdog blockbuster" recente. Assista Spike Lee ressuscitar o melhor de Jodie Foster para formar a trindade do filme junto com Clive Owen e Denzel Washington. Mas não deixe de prestar atenção na lição de interpretação do veterano Christopher Plummer. E para quem conhece, ande novamente pelos arredores de Wall Street bem do ladinho de onde eram ejetadas ao céu as antigas torres do World Trade Center. Com pitadas de classicos do thriller policial como "Dog's Day Afternoon" e "Ocean's Twelve" no fim tudo se encaixa na marca indelevel do Lee e seu assiduo questionamento étnico e moral ambientado no melhor laboratorio do mundo ofertado pelo infinito caleidoscopio humano de Nova York. Chega de lero-lero, vá ver o filme.
Direto do Superego:
Não fazemos a menor diferença no planeta. Somos café-com-leite. Elenco de apoio. Se o mundo fosse uma novela, seríamos a Patrícia França. E já que ninguém quer saber o que acontece por aqui, temos a liberdade de inventar manchetes e situações achando que ninguém vai descobrir nada. Estamos distantes nove horas do destino asséptico mais próximo, moramos longe, somos isolados. Abandonados, menores carentes. Vivemos à margem, à beira e à espera de pessoas que mostrem para nós como se comportar e que eventualmente nos traga um perfume do Free Shop. Sempre nos contentamos com um souvenir da Europa, desde os primeiros espelhos trazidos pelos descobridores até os últimos cremes da Shiseido para a área dos olhos levados na bagagem de mão da sua prima do Morumbi.
E os tumultos pró-imigração ilegal continuam nos EUA.
A vista grossa feita no passado para a imigração ilegal tinha e tem respaldo na mão de obra barata que os americanos desfrutavam para obter serviços tais como tomar conta das crianças (inclusive me foram elogiadas as babysitters brasileiras) e manter a grama aparada. Alem dos empregos ligados ao ramo de restaurantes e hoteis. Pois bem, agora com mais de 10 milhões de imigrantes ilegais do lado de dentro de sua cerca, os EUA enfrentam uma convulsão social ainda em proporção menor sob a forma de protesto contra as leis criminalizando a situação ilegal de individuos em solo americano. Corrigir um erro induz geralmente ao cometimento de outros. Quando a situação é limite toda ação leva a uma reação.
Tornar criminosos os ilegais equivale a mandar 10 milhões de pessoas para a cadeia o que é gritantemente inviavel mesmo para o pais mais rico do mundo. Entretanto a proposta encabeçada por Bush propõe passar uma borracha na ilegalidade do passado e promover uma chance de redenção. Como é do Bush logo de saída é mal vista e condenada. Compreensivel quando se trata de um personagem que sustenta uma guerra duvidosa em terras no lado oriental do mundo.
A despeito dos detalhes de futuras leis a serem aprovadas pelo congresso americano duas coisas são perfeitamente palpaveis nessa questão. A primeira é que a imigração ilegal do passado, aquela que foi tolerada a olhos vistos por razões estritamente economicas, deve ser consertada de alguma forma. E em segundo lugar, que se promova o desincentivo da imigração ilegal daqui para a frente sem violar os direitos humanos e ao mesmo tempo que sirva de alerta para os paises que escamoteadamente ignoram-na e quiçá promovem-na.
Quem dita as regras em um mercado teoricamente livre é a velha balança procura-oferta e potencialmente pela reação atual do governo americano parece que a mesma está atingindo o equilibrio de acordo com seu critério.