Sonhos não envelhecem
Por que se chamava moço
Também se chamava estrada
Viagem de ventania
Nem lembra se olhou prá trás
A primeiro passo asso asso ...
Por que se chamavam homens
Também se chamavam sonhos
E sonhos não envelhecem
Em meio a tantos gases lacrimogênicos
Ficam calmos calmos calmos...
E lá se vai...
Mais um dia...
E basta contar compasso
E basta contar consigo
Que a chama não tem pavio
De tudo se faz canção
E o coração na curva de um rio rio rio rio...
De tudo se faz canção
E o coração na curva de um rio ...
E o rio de asfalto e gente
Entorna pelas ladeiras
Entope o meio fio
Esquina mais de um milhão
Quero ver então a gente gente gente...
(Lô Borges)
Comentários
Bobo! :))))
Entendi o recado e não concordo... Os meus envelheceram, morreram mas eu sempre crio novos! :D
beijos
Publicado por: Li | maio 27, 2004 12:34 AM
Tambem com um negrito daquele ;-))
Publicado por: Fábio | maio 27, 2004 6:17 AM
Que delícia começar o dia lendo um poema bonito desses!
Bom dia.
Publicado por: Guto | maio 27, 2004 8:28 AM
Só um detalhe: esta música/poesia é de autoria do Milton Nascimento e do Márcio Borges também, além do Lô.
Gosto muito da versão do Flávio Venturini.
Publicado por: Rodis Cruéis | maio 27, 2004 11:04 PM
Linda música....
Publicado por: Walter | junho 7, 2004 3:08 PM