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Sonhos não envelhecem

Por que se chamava moço
Também se chamava estrada
Viagem de ventania
Nem lembra se olhou prá trás
A primeiro passo asso asso ...
Por que se chamavam homens
Também se chamavam sonhos
E sonhos não envelhecem
Em meio a tantos gases lacrimogênicos
Ficam calmos calmos calmos...

E lá se vai...
Mais um dia...

E basta contar compasso
E basta contar consigo
Que a chama não tem pavio
De tudo se faz canção
E o coração na curva de um rio rio rio rio...
De tudo se faz canção
E o coração na curva de um rio ...
E o rio de asfalto e gente
Entorna pelas ladeiras
Entope o meio fio
Esquina mais de um milhão
Quero ver então a gente gente gente...

(Lô Borges)

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Comentários

Bobo! :))))
Entendi o recado e não concordo... Os meus envelheceram, morreram mas eu sempre crio novos! :D

beijos

Tambem com um negrito daquele ;-))

Que delícia começar o dia lendo um poema bonito desses!
Bom dia.

Só um detalhe: esta música/poesia é de autoria do Milton Nascimento e do Márcio Borges também, além do Lô.

Gosto muito da versão do Flávio Venturini.

Linda música....