Pau no gordo
Esse é o primeiro texto [link] que tive a oportunidade de ler em que o autor critica um dos muito falsos icones - no caso o Jô "Gordo" Soares - fabricados no Brasil.
Quando me aposentar farei questão de escrever algo na mesma linha sobre Cazuza, Luis Fernando Verissimo e outros embustes que tiveram a sorte de nascer em pais do terceiro mundo onde a arvore genealogica quebra todos os galhos.
Sábado passado fui por acidente assistir o show de uma banda hard rock de segundo escalão aqui nos EUA. Fiquei surpreso em ver como uma banda pequena e sem recursos como aquela tocava melhor do que todas as bandas a que já tive a oportunidade de assistir no Brasil. Quatro caras que faziam barulho de pelo menos uns 20. Coordenação e tecnica de execução que poderiam ser caracterizadas como no minimo competentes.
O que tem a ver a banda de rock com o inicio do post? Talento. Competencia é conquistada, não fabricada e sustentada por maquinas de marketing como a Globo.